terça-feira, 25 de agosto de 2009

saudades

saudades, da tua cara de criança, da nossa velha infáncia, saudades do tudo que já foi e não volta mais. e os bons momentos sempre lembram, um pouco mais, de mim e de ti, e os bons momentos sempre lembram um pouco mais um pouco mais, de mim e de ti. Saudades, dos mates na prainha, da nossa alegría, do por do sol com eu e você. e os bons momentos sempre lembram um pouco mais, de nós dois, e os bons momentos sempre lembram um pouco mais, de mim e de ti. Luana monteiro Ferreira.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

dia de chuva.

hoje está chovendo, aquela chuvinha devagar, que da vontade de dormir, ou acistir uma tv, um bom filme, lembra bolinhos de chuva, e tudo mais, aí ainda tem gente que diz que dia de chuva é um dia feio, até pode não ser muito bom pra quem trabalha na rua, e precisa, saír. mais um dia de sol é bonito, também. penso que tanto chovendo ou um sol lindo lá fora, já é um motivo pra ficar feliz, por está vivo, por está com saúde, e numa casa, quentinha, e tem gente que mora nas ruas, aí, que nos damos conta, do quanto estamos insatisfeitos, uma hora ta bom outra hora não ta, uma hora queremos um sol pra paciar, outra hora uma chuva pra ficar em casa, e no caso de pedreiros, não trabalhar, ooo, ser humano tão imprevisível, e as vezes é preciso ver uma cena não tão bonita pra darmos conta disso, falo de uma reportagem que vi de crianças nas ruas, se drogando sem chance de quase nada, passando fome frio ficando na chuva, eaí me deu vontade de postar isso aqui. talvez alguém leia.

domingo, 2 de agosto de 2009

uma menssagem legal

O CAMINHONEIRO:
Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa
depois de 20 longos anos de trabalho e, todo orgulhoso, chama sua esposa
para ver seu lindo caminhão, o primeiro que conseguira comprar após
todos aqueles anos de sufoco, e a partir daquele dia seria seu próprio
patrão.
Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho, de 6 anos,
martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado, aos
berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, no meio de
seu furor, martela impiedosamente as mãos do filho, que se põem a chorar
sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde
fazer.
Chorando junto ao filho consegue trazer o marido à realidade e,
juntos o levam ao hospital, para fazer um curativo nos machucados
provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado, bastante
abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande
extensão que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados, mas
que de resto o menino era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico,
devendo os pais aguardá-lo acordar no quarto.
Ao acordar, o menino foi só sorrisos e disse ao pai:
- Papai, me desculpe, eu só queria consertar seu caminhão, como você
me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai enternecido, disse que não tinha mais importância, que já nem
estava mais bravo e que não havia estragado a lataria do seu caminhão.
Ao que o menino com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- Não - respondeu o pai.
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Comentário:
Apesar de forte, esta história tem cunho muito real, porque na hora
do ímpeto machucamos profundamente quem amamos, e em muitas das vezes
não podemos mais "sarar" a ferida que deixamos.
Como é importante domarmos as nossas tendências más e impulsivas?
Como precisamos ter cuidado com o que vamos oferecer ao outro?
Fazendo ao outro o melhor, estaremos recebendo do outro o melhor que
lhe doamos.
Somos herdeiros de nós mesmos. O que damos é o que recebemos.-